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Minha melhor amiga, Edi Pirona

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Como virginiana, eu penso muito em remédio. Não é nada demais, honestamente, é só que vira e mexe penso: porra, alopatia é dez. Uma bolinha ali que tu engole e resolve todas as suas dores físicas, às vezes emocionais (um bj às tarjas pretas que existem pelo mundo a fora), é tudo de bom. Não que eu seja uma doida hipocondríaca, nada disso, é só que a medicina é incrível. E, sim, é claro que existem outras excelentes soluções naturais, claro que existem. Mas acontece que fui vítima de uma tilelê homeopata e, por causa dela, fui parar no hospital sem conseguir pisar no chão por causa de uma crise alérgica, então, assim, eu diferencio muito bem quando meu corpo pede a hora do chá, a hora da acupuntura e a hora do remédio. Todos são ótimos. Mas a alopatia tem uma potência única. Algo que está no seu devir. Algo que nada que não é uma farmacêutica malvada que rouba nossos dados e ganha uma quantidade insana de dinheiro vai conseguir nos fornecer. Nunca. Durante todos esses anos como virginia...

TOMEI ZOLPIDEM E TRADUZI HAMILTON! [NÃO É CLICKBAIT]

Bom, galerinha, nesse ponto da nossa relação vocês já sabem ou deviam saber as duas coisas mais importantes sobre mim: eu sou doida e eu não sei me divertir. Então, assim, é isso que cês precisam ter em mente durante esse post todo. Porque acontece que eu traduzi Hamilton. Eu não ia fazer isso, porque é obviamente loucura. Mas até aí, como disse, eu sou doida.  Quem plantou essa sementinha na minha cabeça foi minha amiga Xoica, que sugeriu muito ingenuamente que eu e outras duas amigas nossas traduzíssemos o musical, mas a gente riu na cara dela porque esse é um trabalho insano. Acontece que, nesse dia, no metrô pra casa, eu tava ouvindo Room Where It Happens e na parte que cantam "My God! In God we trust!", eu pensei "Meu Deus! Deus no comando!" e achei isso muito engraçado. E, sei lá, eu não preciso de muito pra fazer algo extremamente ambicioso além de dar uma risadinha. Porque, como disse, eu não sei me divertir. Mas, tipo... Até aí tudo bem. O lance é que isso ...

Referências bibliográficas: os 09 (nove) livros que estou "lendo"

Falaí, astronautas e clarividentes! Esses dias me dei conta de que tô lendo 09 (nove) livros, o que é um número absurdo simplesmente porque não existem 09 (nove) livros no mundo. Mas ok. Digamos que existem. E digamos que estou lendo esses 09 (nove) livros que existem no mundo. Continua sendo um absurdo, porque eu nunca li um livro. Nunca. Eu nem sei ler. Eu fui desalfabetizada. Mas cá estou.  Contei isso pra uma amiga e ela disse: "não acredito que você finalmente vai ler um livro". É impactante, eu sei, mas digo aqui o que disse a ela: acho que, lendo nove livros, no fundo, não tô lendo nenhum. Então, é essa a minha defesa. Que claramente (han han?! meu nome é clara... claramente...) é uma defesa de quem nunca leu um livro. De qualquer maneira, achei que seria legal compartilhar essas leituras. Na internet, a gente sempre fala de livros que lemos ou que queremos ler, mas sinto que não falamos muito sobre o que estamos lendo. E, pelo menos na minha experiência, é durante a l...